FESTIVAL QUINT

31 Maio, 2008

DEUS SABE QUANTO AMEI, SOME CAME RUNNING no original, é um dos filmes escolhidos pelo Quint, do AICN.com, para inaugurar sua coluna diária de resenhas. O legal da história é que Quint estará anunciando com uma semana de antecedência os filmes que figurarão na coluna na semana seguinte, de forma a permitir que os leitores os assistam ou revejam antes de lerem as resenhas e possam assim comentar com mais propriedade no fórum do site. Os outros filmes são HARPER – O CAÇADOR DE AVENTURAS e a continuação A PISCINA MORTAL (ambos lançados no Brasil na caixa do Paul Newman), PAPILLON, QUANDO EXPLODEM AS PAIXÕES (o primeiro saiu numa boa edição de banca e o segundo, no original NEVER SO FEW, na caixa do Steve McQueen, apesar do filme ser estrelado mesmo pelo Sinatra) e dois que permanecem inéditos por aqui. O primeiro é OS VIÚVOS TAMBÉM SONHAM (A HOLE IN THE HEAD, 1959), também com Mr. Blue Eyes, e o segundo é o noir GUN CRAZY, de Joseph H. Lewis, chamado no Brasil de MORTALMENTE PERIGOSA. Adorei essa iniciativa do Quint e espero que a coluna siga em frente. As resenhas começam a ser publicadas nessa segunda e recomendo que você acompanhe diariamente, porque se deixar pra depois, corre o risco de se perder no horrendo sistema de busca do AICN.

ZUMBIS E BLUE EYES

31 Maio, 2008

Mas meu dia não foi totalmente pérfido. Deu tempo de conferir o Blu-ray de RESIDENT EVIL 3 – A EXTINÇÃO – áudio e imagem de primeira, por sinal. O que é o mínimo que podemos exigir de um título como este.

Mas eis que essa terceira parte da infame série não é tão ruim quanto os anteriores. O primeiro é de lascar, e é duro ouvir, no making of de EXTINÇÃO, o Paul W.S. Anderson citando Romero e Fulci como inspiração e se vangloriando de que seu RESIDENT EVIL foi o primeiro desta nova leva de filmes de zumbi. Antes tivesse ficado enterrado. Já o segundo, bem, é igualmente ruim, mas tem um senso de diversão assumidamente trash. Me lembrou os filmes de William Hustig, com as devidas diferenças.

Este último (por enquanto, já que as portas ficam escancaradas para mais uma sequência) é o mais bem produzido da série e o primeiro a contar com um diretor de verdade, gostando-se ou não do Russell Mulcahy. De quem, aliás, preciso rever HIGHLANDER, o qual só vi no cinema (há vinte anos atrás!). Vi há pouco tempo a versão do diretor de HIGHLANDER II e realmente não tem nada que salve aquele projeto, morto ao nascer. Lembro de gostar de algumas coisas de O SOMBRA (outro que só vi no cinema) mas de odiar outras. O fato é que Mulcahy nunca foi adiante, o que não me dava muitas esperanças nessa parceria com Anderson.

Mas talvez por isso EXTINÇÃO tenha me surpreendido. O filme aproveita a deixa do anterior e transforma de vez Alice em super-heroína, com poderes telecinéticos e tudo mais. Uma Jean Grey dos pobres. A idéia de incorporar (leia-se, chupar) elementos de MAD MAX quase me fez vomitar quando vi o primeiro trailer, mas até que funciona. Pelo menos a série abandona aqueles medonhos cenários tecnológicos e urbanos dos primeiros filmes. Não quer dizer que EXTINÇÃO seja bom, não se deixem enganar. Ali Larter é a nova gostosa adicionada ao casting e não convence nem um instante como durona. O roteiro de Anderson também é completamente desprovido de qualquer traço de inteligência, mas pelo menos o cara mostra que lê quadrinhos. Ah, nada de Jovovich peladinha para você! Desde que se casou com Anderson, a moça só quer mostrar seu talento, aham, dramático.

Para me desentoxicar, parti em seguida para DEUS SABE QUANTO AMEI, que faz parte da caixa FRANK SINATRA – ANOS DOURADOS. A resenha mesmo estarei publicando na GALÁXIA em breve, mas basta dizer que é um bom drama da fase intermediária da carreira de Sinatra, entre os filmes importantes que fez antes e as reuniões do Rat Pack que viriam em seguida. Dois dos Rats já acompanham Sinatra aqui, Dean Martin e Shirley MacLaine.

O que, aliás, me lembra de algo muito bacana. Segue no próximo post.

LINGUAGEM ALIENÍGENA

31 Maio, 2008

Hoje meu dia foi por conta de tentar decifrar essa linguagem blogística. A nova GALÁXIA é baseada em blog, de forma a facilitar a atualização e o acesso, seja onde estivermos. Só que eu só entendo é de exploração e não de engenharia, portanto lidar com esse inconveniente está sendo… bom, inconveniente. Por outro lado, aos poucos vou descobrindo as ferramentas e A GALÁXIA vai tomando forma. Por enquanto está funcionando em versão beta, mas logo estará ao alcance de todos.

Oi pessoal, além da reformulação na GALÁXIA, eis que inauguro aqui um blog com o intuito de abrigar minha coluna, espero que diária. É uma forma de comentar rapidamente novidades, filmes e outras coisas que estarei explorando diariamente. É mais uma forma de nos comunicarmos também. Só espero que eu consiga fazer o Gelogurte largar a preguiça e embarcar nessa também.